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PF aponta pagamento de Willer Tomaz por remoção de links sobre Flávio Bolsonaro

A Polícia Federal apontou que o advogado Willer Tomaz pagou R$ 9 mil para remover ou desindexar 12 links de notícias que o relacionavam ao senador Flávio Bolsonaro, no contexto de investigação em curso no STF.

InvestigaçãoProcesso judicial
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40% dos artigos sobre esta notícia vieram de veículos de esquerda, 20% de centro e 40% de direita.

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A mesma notícia, três lentes

Esquerda · como enquadrou2 veículos · 2 artigos
  • Os veículos de esquerda destacam que os links removidos incluíam conteúdos que associavam Willer Tomaz diretamente a Flávio Bolsonaro e a temas sensíveis como cassinos em Las Vegas, sugerindo uma tentativa de manipulação da narrativa pública em ano eleitoral.
  • A linguagem utilizada enfatiza a intencionalidade política do ato, com expressões como 'ocultar notícias sobre o senador' e 'relações políticas', vinculando o pagamento à proteção da imagem do candidato à Presidência.
  • Os artigos mencionam que as reportagens não estavam mais acessíveis, reforçando a efetividade da remoção, e contextualizam o caso dentro de uma investigação mais ampla sobre lavagem de dinheiro e foro privilegiado no STF.
  • A defesa de Tomaz é apresentada, mas com ressalvas, destacando que ele nega irregularidades e acusa a PF de 'pescaria probatória com fins eleitorais', o que é citado como parte da narrativa crítica ao inquérito.

Quem cobriu, e como

Agrupado pela linha editorial do veículo. A etiqueta em cada matéria indica como aquele texto se inclina, que nem sempre acompanha a linha da casa.

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