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MPF avalia que demora da CVM em comunicar suspeitas de fraude em fundos dificulta responsabilização penal

Representantes do MPF afirmaram, no IV Congresso de Direito de Fundos de Investimentos, que a demora da CVM em comunicar suspeitas de fraude em fundos dificulta a criminalização dos responsáveis.

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  • Membros do Ministério Público Federal e do Gaeco criticam a CVM por falhas na fiscalização e demora em encaminhar casos à esfera criminal, atribuindo a explosão de fraudes em fundos à ausência de fiscalização efetiva.
  • Os artigos destacam declarações de procuradores que apontam um 'descasamento total entre a existência da norma e o cumprimento da norma' nos fundos de investimento, mesmo com regras claras já existentes.
  • A crítica inclui a composição política da diretoria da CVM, com questionamento sobre a tecnicidade de suas decisões, embora se reconheça a qualidade do corpo técnico da autarquia.
  • São citados casos específicos como os fundos do Banco Master e da gestora Infinity, com ênfase na demora da CVM em comunicar investigações já em curso ao MPF.
  • A Planner Investimentos é mencionada como exemplo de instituição recorrente em investigações, com resposta da empresa rejeitando a menção pública feita pelo MPF.

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